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Spengler, Oswald |
(1880 - 1936 ) |
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Filósofo alemão cuja reputação repousa inteiramente no seu estudo "Der Untergang des Abendlandes, 2 vol. (1918–22; O Declínio do Ocidente). Trata-se de um estudo da filosofia da história. Na sua teoria Spengler desenvolve a idéia de que a maioria das civilizações passam por um ciclo de vida. Diferente de Arnold Tonybee (para quem uma cultura guarda relação com outra anterior), Spengler afirma que o espírito de uma cultura não pode ser transferido a outra e que o futuro pode ser somente um período de irreversível declínio. A despeito do sucesso de público no período entre as guerras, o trabalho de Spengler não conta com o apoio dos historiadores modernos (Karl Popper, Max Weber entre outros) , devido à sua falta de metodologia e erros fatuais. Embora suas idéias tenham alguma semelhança com o dogma Nazista, após a ascenção de Hitler ao poder em 1933, passou a viver isolado até sua morte. Borges leu-o no original em alemão ou na tradução espanhola ainda nos anos 20. Em uma curta biografia para a revista El Hogar (25-12-1936) "Seu conceito biológico da história é discutível, porem não seu estilo esplêndido" Para os modernos, Spengler é praticamente ilegível, pela falta de método e erros fatuais. É provável que Borges admirasse o estilo de Splenger, em particular em discorrer sobre culturas diversas no tempo e no espaço. De resto, este ensaio de Borges é muito superior do ponto de vista literário ao extenso ensaio de Splenger, que nada nos diz a respeito do livro como ferramenta da cultura.
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Para saber mais |
Português |
uma análise do mito da decadência do ocidente |
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Bibilografia |
Português |
Tradução inglêsa de Decadência do Ocidente ver em USP Dedalus, FFLCH-HI /901^S747 |
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